Michael Caine apresenta sua geração em documentário | Longevidade: modo de usar

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Ele conta que sua ótima memória ajudou muito na hora de selecionar as histórias a serem contadas. Na sua opinião, os anos 1960 mudaram a sociedade, mas a utilização maciça de drogas teve um efeito devastador naquela geração. Sua experiência limitou-se a usar maconha uma única vez com um resultado que o deixou assustado: riu sem parar durante cinco horas, a ponto de quase ter uma hérnia. Ex-fumante, lembra que foi salvo do vício pelo ator Tony Curtis que, numa festa, jogou seu maço de cigarros na lareira alertando que aquilo o mataria. Caine obedeceu. Continua nos sets e brinca com isso, afirmando que, felizmente para ele, filmes com protagonistas mais velhos e voltados para um público maduro estão na moda. Sem saudosismo, diz que, na juventude, aqueles pareciam ser seus melhores anos, mas que sua vida foi melhorando a cada década. Casado há 45 anos, garante que hoje os netos são sua maior alegria.



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