Idosos e tecnologia: relação cada vez mais intensa precisa de limites | Blog Longevidade: modo de usar

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O que emerge dessa reflexão? A necessidade de um olhar atento para buscar o equilíbrio e evitar a rotina vazia, que tanto pode ser a internet quanto assistir a horas de TV. Como afirmou o palestrante Andrey Masiero, professor e desenvolvedor de softwares, “a tecnologia não é início, nem fim, e sim um caminho para ajudar, para facilitar as coisas. Tem que ser acolhedora”. Por isso ele citou inúmeras iniciativas com este objetivo. Para quem argumenta que estão fora do alcance da maioria da população, é importante lembrar como o processo de massificação tecnológica derruba os preços – o que aconteceu com o celular. Entre os recursos já disponíveis há câmeras para registrar o padrão de circulação dentro de casa, de forma que se possa adaptar o ambiente da maneira mais amigável. “Numa casa inteligente, o simples ato de o idoso se sentar na beira da cama, fazendo a menção de se levantar, pode acionar o sensor que acenderá luzes para guiá-lo no caminho até o banheiro ou a cozinha”, disse Masiero. Há também sensores de carga no assoalho, que indicam que a pessoa sofreu uma queda. Além disso, o campo da telemedicina está em expansão acelerada: “o chatbot é um robô que funciona como atendente e pode fazer uma anamnese preliminar através de um aplicativo no celular. É ele que vai ‘conversar’ com o paciente e cadastrar dados como os horários de medicação, para fornecer um roteiro para assistentes virtuais, como o Alexa ou Echo”, acrescentou.





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