Os cuidados com as cicatrizes | Bem Estar

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A funcionária pública Lenilda Silva, de 56 anos, tinha uma imperfeição muito incômoda na pele, uma espécie de calombo no bumbum, do lado direito. A vergonha era tanta que ela nunca usou biquíni. “Era um sinal mesmo que dava para aparecer na calça. Como era em alto relevo, aparecia na roupa e biquíni”, conta.

A tentativa de acabar com a “imperfeição” foi aos 15 anos. A cirurgia deixou uma cicatriz. Quarenta anos depois, a Lenilda resolveu se livrar da marca de tanto tempo e está dando certo, graças à técnica do microagulhamento. “Eu estou satisfeita, tá dando certo. Estou indo para a terceira sessão. Acho que vou alcançar meu objetivo”.

A filha da Lenilda, Priscila Silva, também sofre com uma marca que tem na bochecha, causada por um furúnculo. O problema foi embora após o tratamento dermatológico com antibióticos. Mas há dois anos ela luta para apagar a cicatriz. “Comecei a usar o ácido em casa e também fazer os processos com microagulhamento”.

O importante é saber que mesmo as marcas de pele mais antigas podem ser apagadas. “Por vezes, na mesma sessão, a gente utiliza mais de uma técnica para o tratamento. Mesmo cicatrizes mais antigas podem ter um percentual de melhora muito satisfatório com tratamento adequado. O tempo de tratamento depende do tipo de cicatriz, do local”, explica a dermatologista Mariana Lima.

Queimadura, corte, arranhão, cirurgia são responsáveis por lesões na pele que podem resultar em cicatriz. Dá para evitar? Veja as dicas:

Ter uma boa cicatrização depende da pessoa, da lesão e de questões externas como genética, tipo de ferimento, local, idade, tipo de pele.





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