O show de Miss Sugar Pie não pode parar | Longevidade: modo de usar

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Nascida Umpeylia Marsema Balinton, de mãe negra e pai filipino, Sugar Pie, ou Miss DeSanto, mantém o magnetismo de quando abria os shows de James Brown. Os dois estiveram juntos em turnê por dois anos (1959 e 1960) e a temperatura subia com os requebros de Sugar Pie, criando o ambiente perfeito para o performático Brown. No entanto, é um engano pensar que ela era apenas uma figurinha elétrica e sensual. É autora de mais de cem músicas e, depois de 60 anos de estrada, continua no jogo. Johnny Otis a descobriu em 1954, quando assinou o primeiro contrato e ganhou seu nome artístico. Em 1960, alcançou as paradas musicais com “I want to know”. Foi contratada da Chess Records, que teve nomes como Etta James, Koko Taylor e Chuck Berry. A propósito, tem dois duetos históricos com Etta, que era sua amiga de infância: “In the basement” e “Do I make myself clear?”. Entre seus prêmios, estão honrarias como o Pioneer Award, pela Rhythm and Blues Foundation em 2008; e o prêmio pelo conjunto de obra dado pelo Goldie Awards, em 2009. Em seu site, é possível ouvir trechos de gravações e comprovar seu talento. Miss Sugar Pie não chegou a estourar como outras divas do rhythm and blues, embora tenha conhecido o sucesso nas décadas de 1950 e 60. O projeto de um documentário (“Bittersweet”), mostrando a trajetória da cantora e compositora, repararia essa injustiça, mas foi deixado de lado. Pena, principalmente porque ela é uma das poucas lendas vivas daquela época de ouro da música.

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