A medicina se aproxima cada vez mais da espiritualidade | Blog Longevidade: modo de usar

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A professora Anna Cristina pontuou as diferenças entre religião, religiosidade e espiritualidade. De acordo com os teóricos, entre os quais se destaca Harold G. Koenig, religião é um sistema organizado de crenças, práticas, rituais e símbolos designados para facilitar o acesso ao sagrado. A religiosidade se dá quando um indivíduo acredita, segue e pratica uma religião e a espiritualidade é a busca pessoal para entender questões relacionadas ao sentido da vida e as relações com o transcendente – e pode ou não levar ao desenvolvimento de práticas religiosas.

“Revisões sistemáticas avaliaram que intervenções religiosas e espirituais tiveram resultados promissores, como menor ansiedade e depressão, em alguns contextos específicos, assim como menos dor, melhor funcionalidade e maior qualidade de vida em pacientes com câncer”, ela relatou. Apesar de reconhecer a importância de religião e espiritualidade no conjunto de estratégias para lidar com circunstâncias adversas, a professora Anita fez uma ressalva sobre o que chamou de um excesso de expectativas sobre a construção de uma maior resiliência psicológica, ou seja, a capacidade de se recuperar de reveses. “Cuidado para não usarmos a resiliência de maneira muito pródiga”, afirmou Anita, “como se estivesse ao alcance de todos. Pessoas desfavorecidas estão mais expostas, porque são impactadas continuamente. Não esqueçamos que vantagens geram vantagens e desvantagens geram desvantagens”.

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