“No Brasil, parece que ser velho é deselegante”, diz psicóloga | Blog Longevidade: modo de usar

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Segundo Junia, uma sociedade que valoriza apenas a juventude só tem a perder. Por isso propõe uma reflexão sobre a diferença entre juvenilidade e jovialidade: “a juvenilidade é biológica, está ligada à idade. Já a jovialidade é existencial e simbólica. Jovialidade vem de Júpiter, jovis no latim, se inscreve numa condição divina. Trata-se de um outro nome para a alegria, para a aceitação da vida tal qual ela nos aparece. Jovens e velhos se encontram na alegria da jovialidade”. No entanto, explica que o chamado “valor simbólico” do indivíduo diminui com o envelhecimento, colocando-o à margem: “o velho não é mais visto como depositário do saber. Num primeiro momento, envelhecer parece ser pior para a mulher, já que o modelo feminino está calcado na beleza, na estética. Entretanto, a médio e longo prazo, o risco acaba sendo maior para os homens, que ainda atrelam sua identidade ao trabalho. Quando essas insígnias do ambiente profissional são retiradas, com frequência ele não tem outra rede de proteção onde se apoiar. As mulheres, mesmo as que têm uma carreira e trabalham fora, detêm o domínio do espaço da casa, além de uma maior capacidade de se relacionar”.

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