PMMA, silicone industrial e prótese de silicone: Bem Estar fala sobre procedimentos estéticos | Bem Estar

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PMMA é uma sigla para polimetilmetacrilato, que é um tipo de acrílico moído e transformado em micropartículas. Esse material é acrescentado em um gel que será usado em preenchimentos.

Surgiu há mais de 20 anos. Na época foi aprovado pois era muito eficaz para tratar pacientes com HIV que apresentavam lipodistrofia, causada pelo tratamento. O PMMA era indicado para uso em pacientes com HIV porque o sistema imunológico é deficiente e assim a chance de terem uma reação imunológica (“rejeição”) ao produto é quase nula.

Entretanto, num primeiro momento o local preenchido pode ficar até bonito. A longo prazo causa danos de difícil reparação. O PMMA apresenta quatro grandes problemas:

A Anvisa autoriza o uso do PMMA em casos de correção de lipodistrofia e para a correção de irregularidades e depressões no corpo. Ela determina que o produto só pode ser aplicado por profissionais treinados e habilitados. A dose usada depende de avaliação médica.

A gordura do próprio corpo é sempre a melhor opção para um preenchimento de grande volume. A quantidade depende da composição do corpo e do objetivo.

Silicone industrial x prótese de silicone: quais as diferenças?

O uso de silicone industrial é proibido. Por ser mais barato, foi usado de maneira indiscriminada por muito tempo. Ele causa danos severos à saúde e se espalha com facilidade pelo organismo. Não dá para ser completamente removido, pois se espalha em tecidos e na musculatura (“escorre” pelo corpo).

Já a prótese de silicone pode ser uma solução para quem tem pouca gordura corporal para enxertar em outra parte. O material é próprio e diferenciado para cada área do corpo. uma cirurgia de bumbum para colocação de prótese é muito maior e complicada do que uma de mama.

Veja a edição completa desta quarta-feira:

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