República Democrática do Congo decreta 2º surto de ebola | Ciência e Saúde

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“Os desafios são enormes e o governo está estudando como contornar a dificuldade de criar consciência e fazer com que as pessoas aceitem ser vacinadas”, afirmou a porta-voz do Ministério de Saúde, Jessica Ilunga.

Este surto se concentra em Beni, cidade com 74% dos contágios no último mês – que já supera 200 casos, 172 deles confirmados – e que faz fronteira com Uganda.

“A epidemia em Beni é de alto risco e a situação é preocupante. Ainda não sabemos a dimensão, mas o foco que estava em Mangina agora está em Beni”, disse no sábado o ministro de Saúde, Oly Ilunga, que culpou à resistência dos cidadãos a receber tratamento.

O temor, o desconhecimento e a crença no poder de curandeiros estão por trás dessa desconfiança generalizada para os agentes de saúde.

A proximidade de Beni com Uganda aumenta o risco de propagação da doença para países vizinhos, assim como a situação de insegurança que impera na província de Kivu do Norte.

“É difícil limitar a circulação de pessoas em uma região tão frágil e insegura onde todos querem a paz. É um problema”, afirmou Ilunga, em relação à presença de várias milícias armadas e os milhares de novos deslocados.

O governo anunciou medidas para proteger os trabalhadores humanitários, depois que em 2 de outubro três membros da Cruz Vermelha congolesa foram atacados em Butembo enquanto realizavam um enterro de uma vítima de ebola.

Entidades como o Unicef concentraram os seus esforços em esferas cruciais como escolas, nas quais tanto professores como alunos aprendem a identificar os sintomas do ebola e a lavar as mãos com regularidade, hábito que depois ensinam à família.



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